Laboratório de Química - Século XVIII e XIX

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Transcrição
Aqui é evidenciada a investigação experimental da química do final do séc. XVIII, da física e das ciências naturais, então designada história natural.
Incorporados nas paredes persistem vestígios de chaminés, grelhas de ventilação e um forno originais.
Destaca-se uma coleção de fornos cerâmicos de reverbero fabricados no laboratório, e sete potes de botica, em faiança, da fábrica de Vandelli.
No conjunto, a coleção reúne raridades da química do séc. XVIII ao séc. XX, incluindo o mobiliário de bancadas e hottes, balanças, retortas, frascos e estufas.
Sucede a Vandelli o químico Tomé Rodrigues Sobral que alargou a função do Laboratório ao fabrico de pólvora, para resposta à ocupação pelas tropas napoleónicas em 1810. Ficou conhecido como o “mestre da pólvora”, recriado num modelo tridimensional recentemente instalado.


